quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Como reverter a desmotivação no trabalho!


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Diversos fatores podem contribuir para a desmotivação de um profissional em seu ambiente de trabalho. A maioria deles vai muito além do estado de espírito e do humor em que se encontra o funcionário. De acordo com Ricardo Barbosa, diretor executivo da Innovia Training & Consulting, os principais inimigo do bem-estar do profissional são fatores relacionados à própria organização da empresa na qual ele trabalha.










Considerados relativamente comuns, estes problemas podem trazer em longo prazo, sérias dificuldades aos empresários. “Sem o devido acompanhamento, gestores podem estar mantendo equipes com baixa produtividade, atraso na entrega de tarefas, alta taxa de turnover, faltas constantes, falta de comprometimento e até mesmo sabotagens”, explica Barbosa. Para embasar essa ideia, o diretor faz referência a estudos da Universidade de Harvard realizados sobre motivação individual e de equipes. “Um profissional pode passar a vida rendendo 25% de sua capacidade de trabalho e mesmo assim se manter no emprego. O mesmo indivíduo, se motivado corretamente, cresce em seu desempenho, chegando a atingir 80% de sua capacidade”, compara.

De acordo com o diretor, para reverter uma situação negativa é fundamental que os lideres das empresas identifiquem os colaboradores “desanimados” através da realização de pesquisas de clima organizacional para obter constantes feedbacks dos colaboradores. “O líder deve estar atento, pois um colaborador que está começando a se desmotivar pode ser mais facilmente detectado no cotidiano, o que facilita muito a mudança da situação”, garante.

Com o objetivo de facilitar o trabalho das lideranças, o especialista aponta seis políticas que podem ser adotadas pelas empresas para atingir resultados eficazes:

1. Pesquisa de clima organizacional:
através desta ferramenta, se utilizada com metodologia bem estruturada e análise aprofundada dos resultados, é possível mensurar em quais áreas o problema;

2. Plano de avaliação de desempenho: de acordo com o especialista, esta ferramenta deve ser implementada com frequência, acompanhada de uma avaliação no modelo “360 graus”.

3. Transparência: elaborar um plano de cargos e salário baseado em competências e com regras bem definidas que devem ser muito bem divulgadas.
4. Plano de carreira: a implementação desta política contribui para a retenção de talentos – cada vez mais disputados entre as empresas.
5. Prioridades: para manter os colaboradores satisfeitos é importante que eles sejam ouvidos, expressando suas necessidades e objetivos. A partir desse primeiro trabalho, é possível realizar uma avaliação das mudanças a serem priorizadas e assim oferecer as soluções cabíveis.

6. Comunicação clara: para evitar dúvidas que posteriormente podem gerar desentendimentos, toda empresa necessita investir em estratégias de comunicação adequadas. Esta postura empresarial ajuda a evitar ao máximo o ”telefone sem fio” e assim aproximar mais o colaborador da missão da empresa.





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